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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2026

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Estado estuda exigir que hidrelétricas assumam prejuízos por enchentes ao longo do Rio Tocantins

Estado estuda exigir que hidrelétricas assumam prejuízos por enchentes ao longo do Rio Tocantins

Estado estuda exigir que hidrelétricas assumam prejuízos por enchentes ao longo do Rio Tocantins
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O advogado e ex-juiz Marlon Reis sugeriu ao governador interino Wanderlei Barbosa (sem partido) que chame as empresas responsáveis pelas usinas hidrelétricas ao longo do Rio Tocantins e exija que elas assumam sua responsabilidade sobre os prejuízos causados pelas fortes chuvas deste início do ano. Marlon visitou Wanderlei no Palácio Araguaia na manhã desta segunda-feira, 24.

Wanderlei já determinou estudos e providências

Marlon contou à Coluna do CT que Wanderlei já determinou a realização de estudos e a adoção de providências. “Não é por causa da abertura das comportas, mas da circunstância de essas empresas não agirem com a responsabilidade que devem, em virtude de obterem lucro com o uso de recursos hídricos, que são públicos”, explicou o advogado.

Nova reunião nos próximos dias

Uma nova reunião com o ex-juiz será agendada para os próximos dias.

Processo em favor de minorias

Depois da Lei da Ficha Limpa, da qual é um dos idealizadores, Marlon tem se destacado nacionalmente por assumir processos contra grandes empresas em favor de minorias, através das entidades Educafro, ONG Visibilidade Feminina e o Centro Santo Dias de Direitos Humanos. Ele atuou, por exemplo no episódio que resultou na assinatura de termo de ajustamento de conduta (TAC) no valor de R$ 115 milhões para ações de combate ao racismo pelo Carrefour.

Jovem negro agredido

Também defende Gabriel da Silva Nascimento, jovem negro de Açailândia, no Maranhão, agredido dentro do próprio carro e na frente de casa por um casal de vizinhos, num episódio de racismo.

R$ 40 milhões de indenização

Ainda outro caso polêmico com ação da Educafro, ONG Visibilidade Feminina e o Centro Santo Dias de Direitos Humanos, representadas por Marlon Reis, é o que pede à Justiça do Ceará R$ 40 milhões de indenização à rede de lojas Zara por dano moral coletivo. A ação se baseia no episódio em que uma delegada afirmou ter sofrido discriminação racial por parte de um funcionário de uma loja, num shopping em Fortaleza.

Participantes

Na visita ao Palácio nesta segunda, Marlon estava acompanhado do diretor da Assembleia, Júnior Diamantino, representando o presidente do Legislativo, Antônio Andrade (PSL). Também participaram da reunião, o chefe do Estado Maior do Corpo de Bombeiros, coronel Peterson Ornelas; o superintendente da Defesa Civil, coronel Erisvaldo Alves; o secretário-chefe da Casa Civil, Deocleciano Gomes; e o procurador-geral do Estado, Elfas Elvas.

 

Fonte: SECOM

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